7 TENDÊNCIAS QUE DEVEM IMPACTAR O MERCADO DA BELEZA ATÉ 2027

  1. Metaverso além da experimentação:

Enquanto a indústria da moda lidera o engajamento com o metaverso, a categoria de beleza começa a dar seus passos.

O mercado está no estágio inicial, de testes, mas logo começara a envolver os consumidores consistentemente.

 O importante, agora, é começar e gerenciar as expectativas de que o dinheiro investido em projetos metaverso podem não gerar vendas instantaneamente.

  1. Construção de comunidades:

Como as marcas foram além da interação no metaverso apenas com o objetivo de criar experiências divertidas para o consumidor, o sucesso dependeria, até certo ponto, da construção de comunidades dentro desse espaço.

As mulheres adoram falar sobre beleza. É um conector e é muito importante criar essas comunidades em torno da marca. Como a marca reúne essas experiências e dá a elas um espaço onde possam se envolver juntas é que fara a diferença.

  1. Os influenciadores virtuais substituirão os influenciadores:

A evolução do Marketing de Influência está em andamento, com alternativas geradas por computador bastante envolventes e fiéis para o público.

O modelo em avatar já é uma aposta da como o futuro do influenciador digital.

Pois permite mais dinamismo, algo que a geração Z busca nas marcas.

E essa novidade é o que mais ajuda a engajar.

As pessoas não fazem mais distinção entre o real e o virtual.

Elas veem o comércio eletrônico como uma extensão de loja, a Netflix como extensão do cinema e a mídia social como uma extensão dos seus pares.

  1. Tecnologia a favor da transparência:

A visão era que, no futuro, o foco mudaria da sustentabilidade para a transparência.

Em breve, será possível acompanhar a jornada da cadeia de suprimentos de um produto por meio de um contrato inteligente. A indústria contará cada vez mais com isso para ver se os produtos são sustentáveis e legalmente compatíveis.

  1. “Virtual first” substituirá a realidade:

Hoje, as marcas abordam o metaverso como um meio de recriar o mundo real.

No entanto, a previsão é que essa visão seja invertida quando o virtual se tornar a nova norma.

“Virtual first será o próximo passo!

A Nike está trabalhando com a Artefact para criar tênis no metaverso que o consumidor pode comprar no mundo real, por exemplo.

Há uma maior fluidez entre o mundo real e o mundo virtual – uma marca pode enviar NFTs aos consumidores que eles podem resgatar na loja por um produto real.

 Isso cria um programa de fidelidade bastante poderoso e divertido.

  1. As experiências de tecnologia de beleza serão perfeitas:

À medida que a tecnologia se tornou mais elegante e sofisticada, não haveria desculpas para experiências desconexas do consumidor e que a perfeição precisava transcender os pontos de contato online e offline.

A experiência do consumidor deve ser muito consistente em todos os pontos de contato e esses pontos de contato devem estar perfeitamente conectados.

Trata-se de falar com o consumidor de forma holística.

  1. A tecnologia de diagnóstico integrará saúde e beleza:

Em sua primeira loja do Futuro em Cingapura, a Sephora ofereceu recomendações de cuidados com a pele por meio do Skincredible – um dispositivo de análise de pele para dermatologistas.

No futuro, o uso de wearables provavelmente será estendido para diagnosticar problemas de saúde da pele, confundindo a linha entre beleza e saúde.

Até 2027, beleza e saúde da pele se tornarão mais alinhadas e isso apresenta um novo conjunto de potenciais produtos para analisar tudo, desde a hidratação da pele até os poros, manchas e níveis de FPS.

Há uma grande oportunidade para a tecnologia de beleza fazer parceria com tecnologias adjacentes na área de diagnóstico, da mesma forma que as tecnologias de teste de DNA estavam sendo integradas a recomendações de dieta personalizada na área da nutrição.

Texto desenvolvido por: Bianca Imbroisi