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Treinar equipes sem diagnóstico, vira palestra

  • Foto do escritor: Bianca Imbroisi
    Bianca Imbroisi
  • há 5 dias
  • 1 min de leitura

E, palestra não muda comportamento.

Eu vejo isso acontecer o tempo todo.

Clínicas me procuram pedindo “um treinamento para a equipe”, mas quando a gente começa a conversar, fica claro que ninguém parou para entender onde o problema realmente começa.

Até existe um processo, no papel, mas na prática, não.

A recepção improvisa, a equipe reage sob pressão, cada um resolve do seu jeito. E aí o erro se repete — não por falta de capacidade, mas por falta de alinhamento.

Por isso, eu não começo nenhum treinamento sem diagnóstico e observação.

Eu escuto. Observo a rotina. Analiso como a equipe fala com o paciente, como reage a imprevistos e como toma decisões no dia a dia da clínica.

Só depois disso o treinamento faz sentido. Porque ele deixa de ser genérico e passa a corrigir o como, não apenas o o que fazer.

Treinar por treinar não desenvolve ninguém. Conteúdo sem contexto vira discurso bonito que não muda a prática.

Quando o diagnóstico é bem feito, a gente ajusta à realidade, ajusta o processo e, só então, começa o desenvolvimento da equipe.

Treinamento não é evento. É processo. E, na minha experiência, processo sempre começa com escuta. Treinamento começa conhecendo as pessoas que fazem parte da equipe. E ouvindo com atenção — inclusive o que não é dito.

Quer saber mais sobre este processo?


 
 
 

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